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Comentários ao tema de redação do TRF-4 mais modelo de redação: o papel das manifestações artísticas

O Tema do TRF4 Caiu no Nosso Aulão de Véspera – e foi o 81º Acerto do Mago!

No último aulão de véspera de redação para o concurso do TRF4 (cargo 18), fizemos algo que já virou tradição por aqui: desenvolvemos três redações do zero, simulando exatamente o que o aluno poderia encontrar na prova. E adivinha só? Um dos temas que trabalhamos foi justamente o que caiu na prova!

Esse foi o 81º acerto do Mago da Redação — e o 25º acerto só em provas da FCC. Claro que bater esse recorde é motivo de orgulho, mas a verdadeira conquista está em ver nossos alunos fazendo a prova com segurança, argumentos sólidos e estrutura bem afiada.

Não é sobre adivinhar tema. É sobre preparação estratégica. É aqui o método tem nome: JEITO MAGO DE FAZER REDAÇÃO!

No nosso curso completo, organizamos os estudos por eixos temáticos. Um deles era totalmente focado em cultura, e o tema da prova estava diretamente conectado a isso. Além disso, nas aulas de possíveis temas (disponíveis no curso completo e na revisão), entregamos repertórios  para usar na prova, com alto nível de sofisticação.

No aulão de véspera, fizemos questão de montar uma redação redondinha sobre o assunto.  Para quem acompanhou, foi quase uma repetição ensaiada da prova 😉

Não tenho a menor dúvida de que nossos terão os melhores resultados!

 

Quer ver como ficou essa redação modelo?

Modelo de Redação sobre a importância da cultura

“Um país se faz com homens e livros”. Tal proposição, formulada por Monteiro Lobato, revela a importância da cultura e da literatura para o indivíduo e para a sociedade como um todo. Entretanto, o gozo das expressões artísticas tem sido dificultado na contemporaneidade devido à velocidade cotidiana e à massificação da arte. 

De fato, a rotina atual é marcada por uma demanda excessiva por agilidade, a qual dificulta a dedicação de tempo ao ócio criativo. A esse respeito, o filósofo Hartmut Rosa argumenta que se vive uma “aceleração social”, em que se exige que as tarefas laborais e pessoais sejam cumpridas o mais rápido possível em nome da produtividade e da eficiência. Como consequência, é cada vez mais difícil o envolvimento dos indivíduos com livros, filmes e outras manifestações, as quais demandam atenção, concentração e tempo.

Além disso, a massificação da cultura pode prejudicar a formação crítica dos cidadãos. Nessa perspectiva, o filósofo Adorno chama a atenção para o fenômeno da “indústria cultural”, que só possui interesse em conquistar um grande público, homogeneizar o pensamento e lucrar com as produções. Por outro lado, mesmo nesse contexto, ainda é possível que a arte atinja seu objetivo informativo e crítico: o filme “Ainda Estou Aqui”, vencedor do Oscar de melhor filme estrangeiro, proporcionou reflexões sobre memória coletiva, importância da democracia e enfrentamento ao autoritarismo. Assim, as produções culturais cumprem a sua função de resistência em tempos difíceis. 

 

Mediante o exposto, a aceleração social e a indústria cultural não deveriam impedir que as pessoas tenham acesso à arte, uma vez que ela proporciona alívio ao sofrimento humano e desenvolvimento crítico. Dessa forma, quando há acesso aos bens culturais, o país se desenvolve proficuamente. 

Nossos próximos aulões ao vivo


Aulão de Véspera Redação TRT-2


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Aulão de Véspera MPPI

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