O argumento de autoridade sofistica demais a argumentação. Para usá-lo corretamente, é necessário que o conceito esteja explicado e contextualizado com o tema e com o argumento defendido.
Neste vídeo, o Mago da Redação explica o conceito de Ética Discursiva, do filósofo Habermas, para que os alunos possam usar na redação.
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Neste vídeo, o Mago da Redação explica como usar as reflexões de Émile Durkheim, sociólogo clássico, na redação:
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Neste vídeo, o Mago da Redação explica o conceito de Ócio Criativo, do sociólogo italiano Domenico De Masi:
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Neste vídeo, o Mago da Redação explica o conceito de Sociedade de Risco, do sociólogo alemão Ulrich Beck:
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Neste vídeo, o Mago da Redação explica o conceito de Violência Simbólica, do sociólogo francês Pierre Bourdieu:
Na aula 04, do curso GRATUITO de redação para o ENEM, o Prof. Waldyr trabalha as concepções de pobreza e de desigualdade. É um tema fundamental para quem quer tirar mais de 900+ na redação do ENEM.
Aqui, o aluno paga, APENAS, pelos planos de correções personalizadas 🙂 O curso é totalmente gratuito.
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Conheça os Planos de Correção de Redação para o ENEM
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Neste vídeo, o Mago da Redação explica o conceito de Cidadania, do sociólogo britânico Thomas Marshall:
O Mago da Redação preparou um vídeo no qual comenta o tema cobrado para o cargo de analista do concurso do TRT11: O Capacitismo e as suas consequências. Além dos comentários, o Prof. Rapha fez um modelo de redação sobre Capacitismo no capricho para vocês!
Obs.: é proibido usar essa redação (total ou parcial) sem o expresso consentimento do autor.
Comentários sobre o tema de redação: o capacitismo e suas consequências
Modelo de Redação sobre Capacitismo e as suas consequências
O capacitismo é um fenômeno social que permeia as relações sociais e institucionais, marginalizando e discriminando pessoas com deficiência. Esse tipo de discriminação, muitas vezes, é sutil e enraizado nas práticas cotidianas, gerando violência simbólica e exclusão dos espaços de convivência.
Em primeiro lugar, os preconceitos contra as pessoas deficientes são disseminados na linguagem, na mídia e nas práticas sociais cotidianas, o que resulta em estereótipos. Nessa perspectiva, cabe reforçar que há uma explícita violência simbólica, a qual é definida pelo pensador Bourdieu como uma imposição de significados e valores que deslegitimam certos grupos sociais, perpetuando desigualdades e estigmatizações. Isso pode ser observado no “humor” travestido de brincadeira e em palavras depreciativas, a exemplo de retardado e mongoloide.
Além disso, as estruturas institucionais são desenhadas sem considerar a acessibilidade necessária para incluir as pessoas com deficiências (PCDs). Embora exista o Estatuto da Pessoa com Deficiência, que garante inclusão, fica notório que o planejamento urbano não assimila os dispositivos legais: calçadas não são adaptadas para pessoas cegas, não há equipamentos para crianças e jovens deficientes em praças públicas e são poucos os ônibus com reais condições de atender essa população.
Portanto, o capacitismo gera consequências negativas para as PCDs e para todo o corpo coletivo, pois as relações sociais, em sua maioria, são permeadas por violência simbólica e exclusões. Dessa forma, são necessárias políticas públicas que coloquem em prática as leis de proteção, bem como a criação de iniciativas para informar e reduzir preconceitos.
O concurso do TRT11 foi realizado, hoje, dia 04 de fevereiro de 2024. De forma inusitada, a FCC cobrou um tema de redação mais específico: o trabalho infantil na internet. Além disso, pela primeira vez na História, colocou 6 textos motivadores.
Confira os comentários que o Mago da Redação fez sobre o tema e analise dois modelos de redação que o Prof. Waldyr elaborou:
Reflexões sobre o trabalho infantil na internet
Modelos de redação sobre Trabalho Infantil
A era digital é marcada por um fenômeno global: os influenciadores digitais. Sua atuação é hoje reconhecida no consumo, na definição de padrões e no comportamento das novas gerações. Porém, recentemente, crianças têm ganhado espaço nesse meio, gerando reflexões sobre os efeitos dessa atividade em suas vidas e na sua formação psicológica.
Em primeira análise, colocar crianças diante das câmeras sob o papel de influenciadoras é um sintoma da espetacularização da vida na contemporaneidade. Nesse sentido, o filósofo Guy Debord denunciava, já na década de 1960, como a televisão criou uma cultura em que o “parecer” vale mais do que o “ser”, uma vez que as imagens difundidas globalmente geravam o desejo das pessoas de se assemelharem às figuras cultuadas. Na era digital, esse cenário se aprofundou, visto que cada pessoa é capaz de produzir, pelas redes sociais, espetáculos sobre a própria rotina. Com isso, a vida de crianças, que deveria ser marcada por aprendizado, brincadeiras e convivência, passa a ser controlada e registrada em favor da produção de cenas que alcancem grande número de curtidas e compartilhamentos.
Além disso, é preciso levar em conta que a exposição dos menores ao julgamento e à fama nas redes pode trazer prejuízos psicológicos. De maneira análoga à visibilidade nas redes, estrelas do passado que começaram muito cedo na arte tiveram sequelas que as acompanharam por toda a vida – é o caso, por exemplo, do mundialmente conhecido Michael Jackson, o qual subiu nos palcos pela primeira vez aos cinco anos e relatou, em diversas entrevistas, sempre se lembrar da pressão e da ansiedade de performar tão jovem. Nesse esteio, levando em consideração que, para o psicanalista Sigmund Freud, é na infância que os alicerces da personalidade são formados, torna-se temerário submeter infantes à intensa cobrança relacionada com a exposição da vida nas redes sociais.
Portanto, embora o fenômeno da influência digital seja inerente aos tempos modernos, é recomendável cautela no que se refere à inclusão de crianças nessa atividade. Afinal, a preservação dos anos de inocência e o cuidado na formação das novas gerações é uma responsabilidade de todos.
De acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a proteção dos infantes é dever da família, do Estado e de toda a sociedade. Contudo, quando se analisam os casos de influenciadores precoces, que começam ainda nos primeiros anos a fazer postagens e propagandas, percebe-se que esse dever está sendo negligenciado. Sob tal prisma, é relevante analisar o amparo legal dessa atividade infantil e os riscos inerentes à exposição dos menores na internet.
A princípio, a regulamentação da atividade de influenciador por crianças carece de marco legal específico. Em relação a trabalhos artísticos, decisão da Organização Internacional do Trabalho estabelece que ela só é permitida em casos de decisão judicial; no entanto, quando se trata de serviços de publicidade nas redes, há uma lacuna aproveitada por pais para monetizarem a vida e a rotina de seus filhos. Nessa perspectiva, diversos conflitos podem decorrer desse cenário, afinal, o recente escândalo envolvendo Larissa Manoela e seus pais, em que eles, amparados legalmente, ficaram com a maior parte da fortuna acumulada na infância e adolescência da atriz, mostra como, mesmo havendo leis para proteger menores, pode haver abuso dos genitores em casos de trabalho infantil na internet.
Além disso, a exposição de corpos infantis nas redes pode ser um elemento facilitador da ação de pedófilos. Dentro dessa perspectiva, pode-se citar a cantora Melody, cuja carreira começou quando ela tinha apenas 8 anos de idade. Desde o início, suas fotos na internet despertaram polêmica, uma vez que abriam espaço para a sensualização do seu corpo em idade completamente incompatível com essa prática. Tal contexto é reflexo da chamada “sociedade do espetáculo”, conceito do filósofo Guy Debord que analisa a sociedade contemporânea a partir do ímpeto coletivo de expor a própria vida com base em imagens que despertem a atenção e o desejo, atitude da qual as crianças devem estar protegidas.
Diante do exposto, o trabalho infantil na seara da influência digital não deve ser encorajado por famílias e pela sociedade. Ademais, é urgente que haja um marco legal específico para proteger o direito de menores que atuam diante das câmeras desde tenra idade.