A redação é uma das etapas mais decisivas do concurso do IGP, organizado pela banca Fundatec. Não basta apenas estudar teoria e fazer exercícios: é preciso dominar a estrutura da redação, aplicar corretamente a gramática e, principalmente, construir argumentos consistentes.
E é justamente nesse ponto que entra o Mago da Redação. Com um histórico comprovado de resultados, nossa equipe já levou centenas de alunos à nota máxima em concursos de alto nível.
Por que a redação é decisiva no concurso do IGP (Fundatec)?
Em concursos como o do IGP, a prova de redação é eliminatória e classificatória. Isso significa que:
Uma boa nota pode colocar você no topo da lista;
Uma nota ruim pode simplesmente te eliminar do certame.
👉 Em outras palavras: quem domina a redação tem grandes chances de garantir a aprovação.
Resultados que comprovam a excelência
O curso do Mago da Redação não é teoria vazia. Nossos resultados falam por si:
36 alunos gabaritaram a redação no TRF-1 (FGV);
15 alunos tiraram a nota máxima no TRT-5 (FCC);
12 alunos gabaritaram a redação do TSE (Cebraspe).
Esses recordes mostram a força do nosso método, aplicado agora ao concurso do IGP/Fundatec.
Gabaritando a redação do IGP
O que você vai aprender no curso de redação para o IGP
De forma didática e acessível, você terá acesso a um conteúdo completo que vai transformar sua escrita:
Técnicas de estrutura da redação;
Gramática aplicada ao texto;
Construção de argumentos consistentes com repertório atualizado;
Muito conteúdo de qualidade para sustentar suas ideias.
Nosso foco é preparar você para escrever de forma clara, coerente e com fundamentação sólida — exatamente o que a banca Fundatec exige.
Diferenciais do curso
O curso é completo e organizado pedagogicamente, para você aprender do zero até o nível avançado:
Aulas em PDF e em videoaulas;
4 correções personalizadas para ajustar sua escrita;
Mais de 60 modelos de redação prontos para estudo;
O Prof. Rapha, conhecido como Mago da Redação, já acertou mais de 85 temas de redação em revisões de véspera em diversas bancas. Com um método acessível e didático, seus alunos conquistam as melhores notas de redação nos concursos mais difíceis do Brasil.
Se você quer ser aprovado no IGP, precisa estar entre os que dominam a redação — e isso se conquista com método, prática e acompanhamento especializado.
Esquerda ou direita na redação? Descubra como não perder pontos no concurso
Quando o assunto é redação de concurso público, uma dúvida comum entre os candidatos é: “Preciso escrever de forma mais à esquerda ou mais à direita?” Essa preocupação é natural, afinal, muitos temas de redação envolvem questões sociais, políticas e econômicas que despertam debates acalorados na sociedade.
Mas a verdade é que, na redação do concurso, não importa se você é de esquerda ou de direita na vida real. O que vale é a sua capacidade de argumentar com clareza, coerência e embasamento crítico, sem cair em armadilhas ideológicas.
Confira esta aula que o Mago da redação fez no capricho sobre o que as bancas preferem: ideologia de direita ou de esquerda? Nela, há duas redações que foram realizadas ao vivo sobre o mesmo tema, mas com autores e perspectivas totalmente distintas.
Esquerda ou direita na redação: o que o avaliador espera de você?
O avaliador não está interessado em saber a sua opinião política pessoal. Ele quer avaliar:
Se você domina a norma culta da língua portuguesa;
Se consegue estruturar uma dissertação-argumentativa de forma organizada;
Se apresenta repertório sociocultural válido (leis, filósofos, autores, dados, obras literárias etc.);
Se defende uma tese equilibrada e bem fundamentada.
👉 Ou seja: o que conta não é a sua ideologia, mas sim a sua capacidade de analisar o tema de forma crítica e técnica.
Neutralidade estratégica: a chave para não perder pontos
Muitos candidatos escorregam porque confundem a redação do concurso com uma rede social. Não caia nessa.
Na sua redação:
Evite ataques diretos a partidos, governos ou figuras públicas;
Prefira usar argumentos universais, que não soam partidários;
Fundamente sua tese com Constituição Federal, direitos humanos, filósofos clássicos e dados oficiais.
Essa postura mostra maturidade intelectual e evita que o avaliador perceba sua redação como panfletária ou militante.
Então… posso escrever de esquerda ou de direita?
A resposta é simples: nem esquerda, nem direita. Redação de concurso é técnica. Você pode até usar ideias que dialoguem com uma perspectiva mais progressista ou mais liberal, mas sempre com:
Equilíbrio nos argumentos;
Respeito à diversidade de opiniões;
Propostas de intervenção que respeitem os direitos fundamentais.
O segredo é transformar qualquer posição em um texto crítico, impessoal e objetivo.
Palavras-chave que você deve associar à sua redação
Para fixar bem, lembre-se: em vez de se preocupar em soar “de esquerda ou direita”, preocupe-se em destacar palavras e expressões como:
cidadania
direitos fundamentais
igualdade social
dignidade da pessoa humana
função social do Estado
justiça social
Esses termos são universais, aceitos em qualquer banca e mostram maturidade argumentativa.
Modelo de redação sobre as desigualdades sociais do Brasil com autores de Direita
As desigualdades sociais no Brasil são históricas, pois, em sua trajetória política, há a presença de um aparato governamental forte que impede as potencialidades humanas [contextualização]. Nesse sentido, para superar tal problemática, é necessário um Estado eficiente [tópico 1] que possibilite oportunidades a todos os indivíduos [tópico 2].
De início, cabe destacar que, sem um Estado bem gerido, é impossível reduzir desigualdades sociais. Nessa perspectiva, o pensador Adam Smith, pai do Liberalismo econômico, defendia que os principais serviços devem ser realizados pela iniciativa privada, a qual possui melhor gerência, alocação de recursos e distribuição das riquezas. Assim, o Estado deve estimular o empreendedorismo como fonte de renda e de desenvolvimento econômico de uma nação.
Nesse viés, a valorização do mérito e da iniciativa individual deve ser uma diretriz do reconhecimento do esforço pessoal. A esse respeito, o pensador Von Mises defendia que as desigualdades são naturais e bem-vindas na sociedade, uma vez que estimulam a competitividade saudável e o progresso. Dessa forma, ao viabilizar que todos possam empreender com o mínimo de interferência estatal, haverá uma riqueza coletiva produzida por meio do trabalho dos indivíduos.
Portanto, os desafios econômicos e sociais serão superados quando houver um Estado mínimo eficiente na gestão dos recursos e a liberdade necessária para que os indivíduos possam empreender. Assim, novas oportunidades surgirão e haverá um estímulo à produção de riqueza por meio de iniciativas privadas.
Modelo de redação sobre as desigualdades sociais do Brasil com autores de Esquerda
As desigualdades sociais no Brasil são históricas, pois, em sua trajetória política, estruturada sob uma lógica liberal, aprofundou-se a miséria humana [contextualização]. Nessa perspectiva, o sistema capitalista perpetua relações desiguais [tópico 1] e disfarça uma sociedade que não promove oportunidades para todos [tópico 2].
Em primeira análise, é importante salientar que a lógica instrumental capitalista é baseada na concentração de renda. Sob esse viés, o filósofo Karl Marx reflete que essa estrutura econômica privilegia a exploração e a opressão dos trabalhadores, fazendo com que poucos acumulem bens materiais, e muitos vivenciem situações paupérrimas. Dessa forma, é necessária uma mudança radical na distribuição da riqueza gerada pela força de trabalho.
Além disso, é fundamental destacar que parcela significativa da sociedade brasileira não possui acesso a direitos e oportunidades mínimas. Nesse sentido, o sociólogo Jessé Souza descreve a “ralé brasileira” como a massa de trabalhadores com parco acesso à educação e ao capital cultural legitimado, a qual fica submetida a condições de trabalho precárias e informais. Desse modo, é preciso garantir direitos básicos para que todos possam ter a oportunidade de prosperar.
Diante do exposto, as históricas desigualdades nacionais demandam mudanças estruturais para a construção de um país mais justo e igualitário. Assim, somente com a democratização da riqueza gerada pelo trabalho e com o acesso aos direitos fundamentais será possível mudar a realidade social.