O fênomeno Kidult: tema de redação cobrado na PMSP

O Fenômeno Kidult: O que é, por que cresce e como usar esse conceito na Redação de Concursos Públicos

Nos últimos anos, um termo tem ganhado destaque em pesquisas sociológicas, discussões culturais e análises de comportamento: o fenômeno Kidult. Ele se refere à adultização invertida, quando adultos passam a consumir hábitos, produtos e comportamentos típicos da infância — desde brinquedos colecionáveis e desenhos animados até roupas coloridas e estilos de vida que priorizam leveza, diversão e fuga de responsabilidades.

Embora pareça apenas um movimento de mercado, o Kidult revela tensões profundas da sociedade contemporânea, marcadas por ansiedade, hiperprodutividade, precarização do trabalho e necessidade de escapismo. E justamente por isso se tornou um repertório sociocultural extremamente poderoso para redações de concursos públicos.

Neste artigo, você vai entender o que é o fenômeno Kidult, por que ele cresce, como relacioná-lo a temas contemporâneos e verá um parágrafo modelo no Jeito Mago de Fazer Redação para aplicar nas suas produções discursivas.


O que é o fenômeno Kidult?

O termo Kidult combina as palavras kid (criança) + adult (adulto) e descreve o comportamento de adultos que consomem produtos, estéticas e propostas de entretenimento tradicionalmente associadas ao universo infantil. Isso inclui:

  • brinquedos colecionáveis (como Lego, Funko Pop, Barbie, Hot Wheels);

  • filmes e séries infantis revisitados;

  • parques temáticos;

  • roupas estilo “infantil” ou com nostalgia dos anos 80, 90 e 2000;

  • jogos eletrônicos com estética lúdica;

  • hobbies antes considerados juvenis, como coleções e jogos.

Esse movimento cresce em diversas faixas etárias, especialmente entre adultos jovens, e já representa bilhões de dólares no mercado global, influenciando a indústria do entretenimento, da moda e do consumo.

Confira a análise do Prof. Rapha da redação cobrada na PM-SP (banca Vunesp)


Por que o Kidult está crescendo? (Causas Socioculturais)

O fenômeno não é simples. Ele emerge de condições profundas da vida contemporânea.

1. Ansiedade e hiperprodutividade

Em uma sociedade marcada por prazos, produtividade extrema e comparação constante, muitos adultos buscam refúgio em elementos da infância, época associada à leveza e segurança.

2. Nostalgia como mecanismo emocional

A nostalgia funciona como uma âncora afetiva em um mundo incerto. Revisitar símbolos infantis oferece sensação de estabilidade emocional.

3. Precarização das relações e do trabalho

Jornadas irregulares, instabilidades econômicas e insegurança no futuro geram comportamentos de fuga e compensação emocional.

4. Marketing e economia da atenção

Grandes empresas perceberam esse movimento e passaram a produzir itens retrô, reboots e colecionáveis que reforçam o ciclo Kidult.

5. Prolongamento da juventude

A vida adulta inicia mais tarde — seja pela dificuldade de comprar casa, formar família ou alcançar estabilidade financeira. Com isso, comportamentos juvenis se estendem.

O Kidult, portanto, não é infantilidade: é uma resposta cultural ao esgotamento da vida adulta contemporânea.


Como relacionar o fenômeno Kidult com temas de redação?

O movimento aparece de forma natural em debates sobre:

saúde mental,

ansiedade e burnout,

hiperconsumo,

impactos das redes sociais,

adultização e infantilização social,

desafios da vida adulta,

pressões do mercado de trabalho,

transformações das relações sociais,

cultura pop e comportamento coletivo,

sociedade do espetáculo (Guy Debord),

modernidade líquida (Bauman),

sociedade de desempenho (Byung-Chul Han).

O Kidult é um repertório extremamente versátil para enriquecer argumentos críticos.


Parágrafo Modelo no Jeito Mago de Fazer Redação

Nesse sentido, o crescimento do fenômeno Kidult revela que parte dos adultos contemporâneos tem buscado refúgio em comportamentos e produtos típicos da infância como forma de aliviar tensões emocionais. De acordo com análises da psicologia social, a nostalgia funciona como mecanismo de proteção diante de uma rotina marcada por hiperprodutividade, insegurança econômica e cobranças incessantes. Assim, o aumento de adultos que consomem brinquedos colecionáveis, desenhos animados e estéticas juvenis não deve ser visto como simples modismo, mas como sintoma de uma sociedade que falhou em oferecer bem-estar e estabilidade emocional às novas gerações. Logo, compreender o Kidult permite ampliar o debate sobre saúde mental e qualidade de vida.

 


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Como usar o conceito de ócio criativo na redação

Como Usar o Conceito de Ócio Criativo de Domenico De Masi na Redação de Concursos Públicos

O sociólogo italiano Domenico De Masi revolucionou o debate sobre trabalho, produtividade e criatividade ao formular o conceito de ócio criativo. Em vez de enxergar o ócio como perda de tempo, De Masi o define como um estado em que trabalho, estudo e lazer se integram de maneira harmônica, potencializando a inovação e a autonomia intelectual. Para quem está se preparando para provas discursivas, compreender esse conceito pode ser um diferencial competitivo — afinal, repertórios sociológicos sólidos aumentam a profundidade e a sofisticação de uma redação.

Neste artigo, você vai entender o que é o ócio criativo, como aplicá-lo em redações de concursos públicos e verá um parágrafo modelo no Jeito Mago de Fazer Redação.


O que é o Ócio Criativo? (Conceito de Domenico De Masi)

Segundo De Masi, na sociedade pós-industrial, marcada pela automação e pela expansão do conhecimento, torna-se cada vez mais possível — e necessário — equilibrar atividades produtivas com momentos de encontro intelectual, descanso e prazer. O ócio criativo é justamente essa fusão:

  • trabalho, que organiza a vida e gera resultados;

  • estudo, que amplia repertório e aprofunda reflexões;

  • lazer, que relaxa, inspira e humaniza.

Essa integração evita o esgotamento mental e estimula a criatividade. Por isso, De Masi defende que o futuro do trabalho será menos mecânico e mais intelectual, exigindo pessoas capazes de pensar, criar, propor soluções e inovar — características essenciais para uma excelente redação.

Explicação de Ócio Criativo pelo Mago da Redação


Por que Usar o Ócio Criativo na Redação de Concursos?

Ao aplicar o ócio criativo em sua argumentação, você demonstra domínio teórico, capacidade crítica e repertório sociológico válido, três aspectos que diferenciam redações medianas de redações nota máxima.

Além disso, usar o conceito ajuda você a:

✔ Trazer visão de mundo contemporânea

O candidato mostra que entende as transformações do trabalho e da sociedade.

✔ Fazer pontes com temas atuais

O conceito se conecta facilmente a temas como:

  • impactos da tecnologia na vida humana,

  • produtividade e saúde mental,

  • burnout e cultura da performance,

  • futuro do trabalho,

  • qualidade de vida nas cidades,

  • educação e inovação.

✔ Apresentar argumentos profundos e originais

A banca valoriza candidatos que conseguem relacionar sociologia, atualidades e criticidade em um único parágrafo.


Como aplicar o conceito na sua redação (passo a passo)

1. Identifique o problema do tema

Exemplo: excesso de trabalho, hiperconexão, esgotamento mental, pobreza de repertório cultural, etc.

2. Apresente o conceito

Mostre a definição de ócio criativo de maneira clara e objetiva.

3. Integre o conceito ao argumento

Explique como o ócio criativo ajuda a solucionar ou compreender o problema central do tema.

4. Conclua com encaminhamento

Indique a importância de políticas públicas, educação de qualidade, gestão do tempo, inovação tecnológica ou bem-estar.


Parágrafo Modelo (Jeito Mago de Fazer Redação)

Com conectivo, tópico frasal, fundamentação e fechamento.

Nesse contexto, a crescente cultura da hiperprodutividade evidencia que o trabalho excessivo tem comprometido o bem-estar coletivo. Segundo o sociólogo Domenico De Masi, o chamado “ócio criativo” é uma estratégia de reorganização da vida moderna, pois integra trabalho, estudo e lazer de forma equilibrada, permitindo que o indivíduo produza mais sem abrir mão da saúde mental e da criatividade. Aplicado ao debate público, esse conceito revela que sociedades que investem em educação, inovação e políticas de qualidade de vida tendem a formar cidadãos mais críticos, autônomos e preparados para desafios complexos. Logo, compreender e incentivar o ócio criativo torna-se essencial para enfrentar os impactos sociais da rotina acelerada.

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Redação pronta sobre os desafios climáticos na contemporaneidade

Com a realização da COP-30, em novembro de 2025, no Brasil, o tema sobre os desafios climáticos está quentíssimos para redação de concursos públicos.

Pensando nisso o Mago da redação fez uma redação pronta sobre esse tema no capricho do zero, ao vivo e junto com os alunos. Confira o modelo e a aula realizada.

Modelo de Redação sobre Os desafios Climáticos

De acordo com a Constituição Federal, todas as pessoas têm direito ao meio ambiente saudável, porque isso impacta a qualidade de vida em sociedade [contextualização]. No entanto [conectivo], essa prerrogativa legal encontra obstáculos, pois [1] a sociedade consumista acelera os impactos ambientais, [2] que atingem de forma mais intensa as pessoas pobres [tese].

De fato [conectivo], a busca pela novidade na aquisição de bens é a principal causa da situação catastrófica em que se encontra a natureza [tópico frasal]. Nesse contexto [conectivo], segundo Lipovetsky, vive-se sob a égide do hiperconsumo, de modo que as pessoas desejam comprar cada vez mais em busca de felicidade e pertencimento [fundamentação]. Com isso [conectivo], pressiona-se o sistema produtivo, ainda dependente de combustíveis fósseis, uma fonte poluente que deve ser enfrentada com prioridade nas discussões da COP 30 visando à transição para fontes energéticas limpas [conclusão parcial]

Nesse sentido [conectivo], outro aspecto relevante nessa discussão é perceber que as populações marginalizadas são as que mais sofrem com os impactos ambientais [tópico frasal]. Nessa perspectiva [conectivo], os mais pobres e os indígenas são impactados pela lógica dos grupos que mais consomem, já que não possuem condições de proteção contra as mudanças climáticas, a exemplo das ilhas de calor e do desmatamento. Isso [termo de retomada] é denominado nas ciências sociais “racismo ambiental”, o que impacta diretamente naquilo que o pensador Ulrich Beck chamou de sociedade de risco [fundamentação]: as ações antrópicas são responsáveis pelos danos ao meio ambiente e, por conseguinte, à existência humana [conclusão parcial]

Portanto [conectivo], é preciso mudar o modelo de consumo para que os mais pobres possam gozar do direito ao meio ambiente equilibrado [retomada da tese]. Para isso [conectivo], é preciso que as nações estabeleçam metas mais ousadas para a transição energética e para a mudança do modelo produtivo, bem como direcionem recursos para o desenvolvimento sustentável dos grupos vulneráveis [fechamento – intervenção].   

 

Aula Escrevendo Redações do Zero

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Redação pronta sobre Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira

Na redação do ENEM 2025, foi cobrado o seguinte tema de redação: Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira.

Pensando que o tema de redação do ENEM pode inspirar as bancas de concursos públicos, fizemos uma redação sobre esse tema – no caso de redação para concursos públicos não há a necessidade nem a obrigação de ter proposta de intervenção na conclusão.

 

Modelo de Redação sobre Perspectivas acerca do envelhecimento na sociedade brasileira

No Brasil, os idosos são protegidos pelo Estatuto do Idoso, que tem como finalidade última promover o bem-estar desse grupo [contextualização]. Contudo [conectivo], as expectativas de envelhecimento não são promissoras no Brasil, uma vez que [1] os velhos são considerados como inúteis e [2] vivenciam o desafio de superar a solidão [tese]. 

Em primeira análise [conectivo], é importante destacar que os estigmas culturais reforçam a ideia de que as pessoas mais velhas não possuem serventia [tópico frasal]. Nessa lógica [conectivo], O filósofo Byung-Chul Han menciona que a atual sociedade valoriza sobretudo as pessoas que são consideradas produtivas, excluindo aquelas que não fazem mais parte do mercado de trabalho [fundamentação]. Isso [termo de retomada], além de gerar estereótipos, faz com que os idosos se tornem invisíveis para a sociedade [conclusão parcial].

Ademais [conectivo], a terceira idade sofre com o medo de ser relegada ao esquecimento [tópico frasal]. A esse respeito [termo de retomada], o gerontólogo Alexandre Kalache afirma que o maior medo dos seus pacientes é a solidão. Dentro dessa perspectiva [conectivo], pode-se dizer que a “modernidade líquida”, conceito de Zygmunt Bauman para se referir à fragilização dos vínculos sociais [fundamentação], é particularmente perversa na velhice, dado que os mais experientes temem o afastamento de familiares [conclusão parcial].               

Portanto [conectivo], as expectativas de envelhecimento no Brasil não são positivas, porque há a necessidade de se pensar em mais ações que combatam os estigmas associados à velhice para que esse segmento social possa ser valorizado no seu saber e encontre, nas relações sociais, acolhimento em vez de exclusão [retomada da tese + fechamento].

Essa redação foi realizada do absoluto zero, ao vivo e junto com os alunos. É expressamente proibido utilizá-la sem o consentimento do Prof. Raphael Reis

 

Confira a aula Escrevendo do Zero na qual foi realizado o texto acima

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Análises sobre a megaoperação no RJ: narcotráfico, facções e milícias

Megaoperação no Rio de Janeiro: narcotráfico, facções e milícias

A crise da segurança pública e o debate necessário

A recente megaoperação no Rio de Janeiro reacendeu uma discussão urgente: como enfrentar o crime organizado sem transformar as comunidades em zonas de guerra? As ações coordenadas entre as forças de segurança resultaram em dezenas de mortes, gerando reações divididas entre quem enxerga a operação como “necessária” e quem a vê como um fracasso humanitário.

No meu canal no YouTube, realizei uma aula completa sobre o tema, analisando o caso sob diferentes perspectivas: especialmente as reflexões de Rodrigo Pimentel e Ricardo Balestreri. Além disso, mostrei como transformar esse debate em argumentação de alto nível para redações de concursos.


Modelo de Redação sobre a Megaoperação no Rio de Janeiro

O narcotráfico constitui um dos maiores desafios à segurança pública brasileira, afetando a integridade do Estado e a vida cotidiana de milhares de cidadãos. Diante desse cenário, é fundamental refletir sobre a necessidade de o poder público retomar o controle dos territórios dominados por facções e desenvolver estratégias de segurança para promover inclusão social nas comunidades mais afetadas.

Em primeira análise, é importante compreender que o avanço do tráfico de drogas provoca um profundo estado de anomia social, marcada pela ausência de normas e coesão social que leva à desordem e ao enfraquecimento do senso coletivo. De acordo com o ex-capitão do BOPE Rodrigo Pimentel, quando o Estado se ausenta, o tráfico assume o papel de gestor local, impondo regras próprias e oferecendo uma falsa sensação de ordem. Essa substituição da autoridade consolida um ciclo de medo e submissão. Nesse contexto, o enfrentamento ao narcotráfico torna-se indispensável para que o Estado retome o controle dos territórios, garanta o império da lei e restaure a confiança da população nas instituições públicas.

Por outro lado, o enfrentamento puramente bélico, como exemplificado pela megaoperação realizada no Rio de Janeiro em 28 de outubro de 2025, mostra-se insuficiente e até contraproducente. O especialista em segurança pública Ricardo Balestreri adverte que operações pontuais e violentas produzem apenas resultados momentâneos e reforçam o ciclo de hostilidade entre comunidade e polícia. Para ele, a verdadeira solução está na construção de um projeto de paz permanente, baseado na presença contínua do Estado com escolas, saúde, cultura e oportunidades de trabalho. Somente assim será possível substituir o domínio armado pelo pertencimento social e reconstruir o tecido comunitário nas áreas mais vulneráveis.

Dessa forma, o combate ao narcotráfico deve unir firmeza e inteligência: é necessário reocupar os territórios e enfraquecer o poder das facções, mas também oferecer alternativas concretas de cidadania. A combinação entre segurança pública e políticas sociais é o único caminho capaz de transformar o medo em esperança.

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Possíveis Temas de Redação PP-ES e PP-MG

O Prof. Raphael Reis fez uma aula especial de possíveis temas de redação para os concursos da PP-ES e PP-MG.

Separa caneta e papel para anotar muito repertório!

Lista de possíveis temas de redação PP-ES e PP-MG

  1. Adultização de de crianças e adolescentes
  2. Liberdade de Expressão
  3. Desafios Climáticos
  4. A importância do acesso à justiça
  5. Violência contra as mulheres
  6. Combate às drogas
  7. Ressocialização
  8. Tecnologias na Segurança Pública
  9. Uso de câmeras no fardamento
  10. Megaoperação, narcotráfico e facções

Conheça nossos cursos de redação para a PP-ES e PP-MG

Curso de redação PP-ES com 3 correções personalizadas

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Gabaritando a redação da ARTESP – banca FCC

Se você vai prestar o concurso para Analista de Suporte à Regulação de Transporte da ARTESP, já deve ter percebido que a prova de redação é um dos principais critérios de aprovação e nomeação. A banca responsável é a Fundação Carlos Chagas (FCC), conhecida por cobrar clareza, organização textual, repertório consistente e domínio gramatical.

A boa notícia é: é possível aprender a escrever uma redação de alto nível seguindo um método claro, didático e testado — exatamente o que você encontra no Curso de Redação para a ARTESP do Mago da Redação.

Neste artigo, você vai entender:

  • Por que a redação da FCC é decisiva

  • Como o método do Mago da Redação funciona

  • Quais resultados os alunos já alcançaram

  • O que você vai encontrar dentro do curso

  • Como garantir sua matrícula


Por que a redação da FCC é decisiva nos concursos da ARTESP?

A FCC avalia muito mais do que a escrita correta. Ela analisa:

  • Estrutura argumentativa do texto

  • Capacidade de formular e defender uma tese

  • Seleção e profundidade do repertório

  • Coesão e coerência

  • Norma-padrão aplicada corretamente

Mesmo candidatos que vão bem na prova objetiva não garantem a vaga caso a redação não acompanhe o nível de exigência.
É exatamente aqui que muitos ficam para trás — e os aprovados se destacam.

👉 A redação é o diferencial que define quem é nomeado.


O Método do Mago da Redação: simples, direto e eficiente

O Prof. Raphael Reis, conhecido como Mago da Redação, é referência nacional na preparação discursiva para concursos.
Seu método é:

  • Didático: passo a passo aplicado ao tema.

  • Estruturado: você aprende onde colocar cada parte do texto.

  • Treinável: há prática real com correções personalizadas.

  • Fortalecido por repertórios filosóficos e sociológicos selecionados para concursos da FCC.

Além disso, o professor já acertou 27 temas de redação em revisões de véspera da FCC — prova de profundo domínio da banca.


Resultados Reais: recordes de notas máximas

O curso do Mago da Redação não é apenas teoria.
Ele forma NOMEADOS!

Histórico na FCC:

Concurso Quantidade de Alunos com Nota Máxima
TRT-5 15 alunos gabaritaram a redação
TRT-6 11 alunos tiraram a nota máxima
TRT-2 5 alunos atingiram a pontuação máxima

✅ São resultados que falam por si.


O que você vai encontrar no Curso de Redação para a ARTESP (FCC)

Ao entrar para o curso, você terá acesso a:

  • Videoaulas didáticas e organizadas pedagogicamente

  • Aulas em PDF

  • Gramática aplicada à redação

  • +120 modelos de redação comentados

  • 4 correções personalizadas (com retorno detalhado)

  • Suporte de dúvidas

  • Ampliação de repertório filosófico, sociológico e atualidades

Tudo isso com foco direto no edital e nas características específicas da FCC.


Investimento

Valor: R$ 450,00
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Redação pronta PCRS – banca Fundatec: Insegurança e Medo Social

O Mago da Redação fez um conteúdo no capricho para os alunos que estão estudando para o concurso da PC-RS, certame organizado pela banca Fundatec.

Nessa aula, ele analisa um modelo de redação sobre o tema Insegurança e Medo Social a partir dos critérios exigidos pela banca no edital.

Confira a aula:

Redação pronta sobre Insegurança e Medo Social para o concurso da PC-RS

A sensação de insegurança tem se tornado uma característica marcante das sociedades contemporâneas, atravessando diferentes classes sociais e regiões urbanas [contextualização]. Nesse contexto, é possível perceber que o medo social não é apenas resultado do aumento da violência, mas também da fragilidade dos laços sociais e da ausência de normas coletivas que garantam estabilidade e previsibilidade [TESE]. Diante disso, torna-se necessário compreender como a desorganização social e a fluidez das relações humanas contribuem para a perpetuação do medo como um sentimento coletivo [fechamento da introdução].

Em primeira análise, a insegurança social pode ser compreendida à luz do conceito de anomia, desenvolvido pelo sociólogo Émile Durkheim. A anomia representa a ausência ou enfraquecimento das normas sociais que regulam o comportamento coletivo, gerando desorientação, instabilidade e aumento da criminalidade. Tal fenômeno é perceptível em contextos de desigualdade extrema e falta de políticas públicas eficazes, que deixam parcelas da população à margem da cidadania. De acordo com o levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA)  a sensação de insegurança atinge mais de 60% dos brasileiros, o que reforça a ideia de que não se trata apenas de violência real, mas também de uma percepção constante de ameaça. Assim, a ausência de coesão social e de confiança nas instituições alimenta o medo generalizado, transformando a vida urbana em um espaço de constante alerta.

Além disso, a insegurança contemporânea também pode ser analisada sob a ótica do sociólogo Zygmunt Bauman, que cunhou o conceito de “medo líquido” para descrever o estado de apreensão constante vivido pelas pessoas nas sociedades modernas. Para Bauman, a fluidez das relações sociais e a instabilidade econômica e política criam um ambiente de incertezas, no qual o medo deixa de ser pontual e se torna uma condição permanente. Tal sentimento é amplificado por fatores como a espetacularização da violência na mídia e a propagação de discursos alarmistas, que reforçam a ideia de que ninguém está seguro. Dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública indicam que, mesmo com a redução de alguns índices de criminalidade, a percepção de insegurança continua crescendo, evidenciando que o medo se tornou um elemento estrutural da vida cotidiana. Nesse cenário, o sujeito moderno se vê cercado por ameaças simbólicas e reais, o que compromete sua qualidade de vida e sua confiança no futuro.

Portanto, a insegurança e o medo social não podem ser reduzidos a números ou estatísticas, pois envolvem dimensões subjetivas e estruturais da convivência humana. Em uma sociedade marcada por laços frágeis, normas instáveis e medos difusos, o sentimento de vulnerabilidade tende a se intensificar. Refletir sobre essas questões é um passo importante para entendermos não apenas a violência, mas também o modo como ela impacta nossas formas de existir, conviver e imaginar o amanhã.

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Black do Mago da Redação

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