A redação é uma das etapas mais decisivas do concurso do IGP, organizado pela banca Fundatec. Não basta apenas estudar teoria e fazer exercícios: é preciso dominar a estrutura da redação, aplicar corretamente a gramática e, principalmente, construir argumentos consistentes.
E é justamente nesse ponto que entra o Mago da Redação. Com um histórico comprovado de resultados, nossa equipe já levou centenas de alunos à nota máxima em concursos de alto nível.
Por que a redação é decisiva no concurso do IGP (Fundatec)?
Em concursos como o do IGP, a prova de redação é eliminatória e classificatória. Isso significa que:
Uma boa nota pode colocar você no topo da lista;
Uma nota ruim pode simplesmente te eliminar do certame.
👉 Em outras palavras: quem domina a redação tem grandes chances de garantir a aprovação.
Resultados que comprovam a excelência
O curso do Mago da Redação não é teoria vazia. Nossos resultados falam por si:
36 alunos gabaritaram a redação no TRF-1 (FGV);
15 alunos tiraram a nota máxima no TRT-5 (FCC);
12 alunos gabaritaram a redação do TSE (Cebraspe).
Esses recordes mostram a força do nosso método, aplicado agora ao concurso do IGP/Fundatec.
Gabaritando a redação do IGP
O que você vai aprender no curso de redação para o IGP
De forma didática e acessível, você terá acesso a um conteúdo completo que vai transformar sua escrita:
Técnicas de estrutura da redação;
Gramática aplicada ao texto;
Construção de argumentos consistentes com repertório atualizado;
Muito conteúdo de qualidade para sustentar suas ideias.
Nosso foco é preparar você para escrever de forma clara, coerente e com fundamentação sólida — exatamente o que a banca Fundatec exige.
Diferenciais do curso
O curso é completo e organizado pedagogicamente, para você aprender do zero até o nível avançado:
Aulas em PDF e em videoaulas;
4 correções personalizadas para ajustar sua escrita;
Mais de 60 modelos de redação prontos para estudo;
O Prof. Rapha, conhecido como Mago da Redação, já acertou mais de 85 temas de redação em revisões de véspera em diversas bancas. Com um método acessível e didático, seus alunos conquistam as melhores notas de redação nos concursos mais difíceis do Brasil.
Se você quer ser aprovado no IGP, precisa estar entre os que dominam a redação — e isso se conquista com método, prática e acompanhamento especializado.
Temas Quentes para a SEE-MG: O que Pode Cair na Redação
Se você está se preparando para o concurso da SEE-MG (Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais), sabe que a redação é uma das etapas mais decisivas. Para conquistar a aprovação, é fundamental antecipar possíveis temas cobrados pela banca e já treinar argumentos, repertórios e estratégias de escrita.
Neste artigo, separamos quatro temas quentes para a redação da SEE-MG em 2025, com explicação e direcionamento para você estudar com eficiência.
1. Adultização de Crianças
Um tema cada vez mais presente nas discussões sociais é a adultização da infância. Esse fenômeno ocorre quando crianças são expostas precocemente a responsabilidades, padrões estéticos, conteúdos digitais e até mesmo pressões de consumo destinadas a adultos.
Por que é um tema quente para a SEE-MG? A escola é um espaço de proteção da infância, e a banca pode cobrar reflexões sobre o papel da educação e da família nesse processo.
Caminhos para argumentar: importância de preservar os direitos da criança; consequências psicológicas; necessidade de políticas públicas de proteção.
Repertórios possíveis: Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), UNICEF, filmes e séries que retratam a perda da infância.
2. Educação Digital
O avanço tecnológico transformou a maneira como aprendemos e ensinamos. A educação digital é um tema central, especialmente em concursos da área educacional.
Por que pode cair na SEE-MG? A pandemia acelerou a digitalização das escolas e evidenciou desigualdades de acesso. A discussão continua atual.
Caminhos para argumentar: inclusão digital; formação docente para o uso de tecnologias; combate às fake news; uso saudável das telas.
Repertórios possíveis: Dados do IBGE sobre acesso à internet; Paulo Freire e a pedagogia crítica; relatórios da UNESCO.
3. Crise Climática
A crise climática é um dos maiores desafios globais do século XXI, e a educação tem papel essencial na conscientização ambiental.
Por que pode cair na SEE-MG? Minas Gerais já sofreu com tragédias ambientais (como Mariana e Brumadinho), o que torna o tema ainda mais relevante no contexto regional.
Caminhos para argumentar: sustentabilidade no currículo escolar; incentivo à cidadania ambiental; impactos sociais e econômicos da crise climática.
Repertórios possíveis: Acordo de Paris; Agenda 2030 da ONU; catástrofes ambientais em Minas.
4. Fortalecimento da Democracia
Com a polarização política e os ataques às instituições, o fortalecimento da democracia virou pauta recorrente.
Por que pode cair na SEE-MG? A escola é um espaço de formação cidadã, e discutir democracia é discutir também educação para a cidadania.
Caminhos para argumentar: importância da participação política; valorização do voto; combate à desinformação; respeito aos direitos humanos.
Repertórios possíveis: Constituição Federal de 1988; pensamento de Norberto Bobbio; exemplos de mobilização social no Brasil.
Conclusão
Estar preparado para os temas quentes da SEE-MG é um diferencial para conquistar a nota máxima. Treine sua escrita explorando adultização de crianças, educação digital, crise climática e fortalecimento da democracia. Esses assuntos dialogam diretamente com os desafios da sociedade brasileira e com o papel da educação no século XXI.
👉 Quer aprender a escrever redações campeãs e garantir sua vaga na SEE-MG? Acesse agora o site www.magodaredacao.com.br e conheça nossos cursos e materiais exclusivos.
Curso de Redação para o concurso da ALE-AM – Agente Legislativo
Se você vai disputar uma vaga de Agente Legislativo – Assistente Técnico Administrativo no concurso da Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM), já deve saber: a prova de redação organizada pela FGV é decisiva.
E, para conquistar sua vaga, não basta apenas estudar a parte objetiva: é a nota da redação que define quem será aprovado ou não. Pensando nisso, o Mago da Redação e sua equipe prepararam o Curso de Redação ALE-AM, totalmente focado no perfil da banca FGV.
Recorde de aprovações em concursos da FGV
O método do Mago da Redação já é testado e comprovado. Nossos alunos conquistaram recordes históricos em concursos da FGV:
TRF-1: 36 alunos gabaritaram a redação – recorde absoluto no Brasil!
TJDFT: 13 alunos tiraram a nota máxima na redação.
MPU: 11 alunos também alcançaram nota máxima.
Esses números falam por si: somos recordistas em nota máxima na FGV.
Gabaritando a redação da ALE-AM
O que você vai aprender no curso ALE-AM
De forma didática e acessível, você terá acesso a tudo o que precisa para construir uma redação nota máxima:
Técnicas avançadas de estrutura textual e gramática aplicada à redação.
Ampliação de repertório filosófico e sociológico (conteúdo de alta qualidade).
Aulas em PDF e videoaulas completas.
4 correções personalizadas para aperfeiçoar seus textos.
Mais de 70 modelos de redação da FGV ao longo do curso.
Fórum exclusivo no Telegram, para interação direta com alunos e professores.
Conteúdo bônus para acelerar sua preparação.
Nosso diferencial está em mostrar como transformar teoria em prática, entregando repertório sólido e estratégias que fazem diferença na hora da correção.
Por que este curso é decisivo para você?
A FGV cobra textos bem estruturados, objetivos e com argumentos consistentes. Muitos candidatos ficam pelo caminho justamente porque não conseguem organizar as ideias de forma clara.
O nosso curso resolve exatamente esse problema. Ele é completo, pedagógico e direcionado para a ALE-AM. Quem segue o método do Mago chega no dia da prova sabendo o que escrever, como escrever e como conquistar uma nota excelente.
Como Fazer uma Redação “Arroz com Feijão” Bem Feita e Garantir Pontos Preciosos no Concurso
Você já deve ter ouvido a expressão “redação arroz com feijão”. No universo dos concursos, ela significa aquele texto simples, direto e sem invenções, mas que entrega exatamente o que a banca espera: clareza, estrutura e objetividade.
Muitos candidatos erram ao tentar “reinventar a roda” e acabam fugindo do tema ou exagerando na criatividade. Mas a verdade é que, em grande parte dos concursos (com exceção da FCC), uma redação básica bem feita pode ser o suficiente para te colocar entre os primeiros colocados.
Neste artigo, você vai aprender como construir uma redação arroz com feijão perfeita, sem perder tempo e sem correr riscos desnecessários.
O que é uma redação “arroz com feijão”?
No contexto dos concursos, trata-se de um texto:
Bem estruturado: introdução, desenvolvimento e conclusão claros.
Objetivo: sem enrolação ou floreios excessivos.
Dentro do tema: nada de fugir ao que foi pedido.
Correto: respeitando normas gramaticais e ortográficas.
Em outras palavras, é aquela redação que pode não ser a mais criativa do mundo, mas não tem erros graves e entrega exatamente o que a banca exige.
Confira a aula do Mago da Redação para aprender a fazer uma redação simples passo a passo
Estrutura básica da redação arroz com feijão
Se você quer segurança, siga essa estrutura testada e aprovada:
1. Introdução simples e direta
Apresente o tema central da proposta de redação.
Use uma tese clara: mostre de forma objetiva qual será o ponto de vista que você vai defender.
Evite introduções mirabolantes.
2. Desenvolvimento organizado
Faça dois parágrafos principais, cada um com um argumento central.
Finalize com uma proposta de solução ou uma reflexão coerente.
Não invente nada que não tenha sido mencionado no desenvolvimento.
Erros que você deve evitar
Muitos candidatos perdem pontos por causa de erros bobos. Se você quer uma redação arroz com feijão nota máxima, fuja disso:
❌ Fugir do tema: responda exatamente ao que a banca pediu.
❌ Usar gírias ou linguagem coloquial.
❌ Exagerar na criatividade: o concurso não é espaço para poesia ou crônicas.
❌ Esquecer a gramática: mesmo o texto simples precisa estar limpo.
Dicas práticas para treinar a redação arroz com feijão
✍️ Treine redações de 25 a 30 linhas em casa, sempre dentro do tempo de prova.
📚 Use repertórios coringa (Constituição, Direitos Humanos, dados do IBGE, filósofos clássicos).
🕐 Cronometre o tempo para ganhar velocidade.
🔍 Revise sempre antes de entregar: a correção de pequenos erros pode fazer diferença enorme na nota.
Conclusão: o poder do básico bem feito
A redação arroz com feijão não vai te fazer ganhar prêmios literários — mas vai te dar os pontos que você precisa para ser aprovado. O segredo é foco na estrutura, objetividade nos argumentos e correção linguística. Se você dominar esse modelo, nunca mais vai travar diante da folha em branco.
Modelo de redação arroz com feijão
Na sociedade contemporânea, há uma cultura disseminada do “faça você mesmo” e “você merece ser feliz”, o que gera um determinado tipo de padrão comportamental. Esse contexto é denominado de “positividade tóxica”, sendo incentivado por autores de autoajuda que reforçam a tristeza como um sinal de fraqueza.
De início, é importante destacar que o mercado de desenvolvimento pessoal faz muito sucesso e impacta milhões de pessoas. Essa lógica de ver a vida incentiva que as pessoas devem superar os seus limites constantemente, e que merecem ser felizes independentemente de quaisquer barreiras. Um exemplo disso foi a escalada do influenciador Pablo Marçal do Pico dos Marins com seus seguidores: havia expresso perigo, que foi subestimado por meio de um pensamento de que tudo daria certo e, ao final, foram socorridos pelo corpo de bombeiros. Dessa forma, o pensamento dito “positivo” colocou em risco a vida de dezenas de pessoas.
Ademais, a tristeza e a dor são vistas como sinais de fraqueza na sociedade, impedindo as pessoas de lidarem devidamente com seus problemas. Nesse sentido, o pensador Byung-Chul Han argumenta que a “positividade tóxica” compele os indivíduos a demonstrar felicidade permanentemente, fazendo com que as dificuldades da vida sejam reprimidas. Como consequência, isso pode gerar grande frustração e prejuízos à saúde mental.
Portanto, a cultura que valoriza a pretensa capacidade de fazer tudo e a felicidade como um imperativo é uma marca negativa da modernidade. Por isso, é fundamental valorizar o amplo espectro dos sentimentos e capacidades humanas, para que todos possam se desenvolver de maneira saudável.
Esquerda ou direita na redação? Descubra como não perder pontos no concurso
Quando o assunto é redação de concurso público, uma dúvida comum entre os candidatos é: “Preciso escrever de forma mais à esquerda ou mais à direita?” Essa preocupação é natural, afinal, muitos temas de redação envolvem questões sociais, políticas e econômicas que despertam debates acalorados na sociedade.
Mas a verdade é que, na redação do concurso, não importa se você é de esquerda ou de direita na vida real. O que vale é a sua capacidade de argumentar com clareza, coerência e embasamento crítico, sem cair em armadilhas ideológicas.
Confira esta aula que o Mago da redação fez no capricho sobre o que as bancas preferem: ideologia de direita ou de esquerda? Nela, há duas redações que foram realizadas ao vivo sobre o mesmo tema, mas com autores e perspectivas totalmente distintas.
Esquerda ou direita na redação: o que o avaliador espera de você?
O avaliador não está interessado em saber a sua opinião política pessoal. Ele quer avaliar:
Se você domina a norma culta da língua portuguesa;
Se consegue estruturar uma dissertação-argumentativa de forma organizada;
Se apresenta repertório sociocultural válido (leis, filósofos, autores, dados, obras literárias etc.);
Se defende uma tese equilibrada e bem fundamentada.
👉 Ou seja: o que conta não é a sua ideologia, mas sim a sua capacidade de analisar o tema de forma crítica e técnica.
Neutralidade estratégica: a chave para não perder pontos
Muitos candidatos escorregam porque confundem a redação do concurso com uma rede social. Não caia nessa.
Na sua redação:
Evite ataques diretos a partidos, governos ou figuras públicas;
Prefira usar argumentos universais, que não soam partidários;
Fundamente sua tese com Constituição Federal, direitos humanos, filósofos clássicos e dados oficiais.
Essa postura mostra maturidade intelectual e evita que o avaliador perceba sua redação como panfletária ou militante.
Então… posso escrever de esquerda ou de direita?
A resposta é simples: nem esquerda, nem direita. Redação de concurso é técnica. Você pode até usar ideias que dialoguem com uma perspectiva mais progressista ou mais liberal, mas sempre com:
Equilíbrio nos argumentos;
Respeito à diversidade de opiniões;
Propostas de intervenção que respeitem os direitos fundamentais.
O segredo é transformar qualquer posição em um texto crítico, impessoal e objetivo.
Palavras-chave que você deve associar à sua redação
Para fixar bem, lembre-se: em vez de se preocupar em soar “de esquerda ou direita”, preocupe-se em destacar palavras e expressões como:
cidadania
direitos fundamentais
igualdade social
dignidade da pessoa humana
função social do Estado
justiça social
Esses termos são universais, aceitos em qualquer banca e mostram maturidade argumentativa.
Modelo de redação sobre as desigualdades sociais do Brasil com autores de Direita
As desigualdades sociais no Brasil são históricas, pois, em sua trajetória política, há a presença de um aparato governamental forte que impede as potencialidades humanas [contextualização]. Nesse sentido, para superar tal problemática, é necessário um Estado eficiente [tópico 1] que possibilite oportunidades a todos os indivíduos [tópico 2].
De início, cabe destacar que, sem um Estado bem gerido, é impossível reduzir desigualdades sociais. Nessa perspectiva, o pensador Adam Smith, pai do Liberalismo econômico, defendia que os principais serviços devem ser realizados pela iniciativa privada, a qual possui melhor gerência, alocação de recursos e distribuição das riquezas. Assim, o Estado deve estimular o empreendedorismo como fonte de renda e de desenvolvimento econômico de uma nação.
Nesse viés, a valorização do mérito e da iniciativa individual deve ser uma diretriz do reconhecimento do esforço pessoal. A esse respeito, o pensador Von Mises defendia que as desigualdades são naturais e bem-vindas na sociedade, uma vez que estimulam a competitividade saudável e o progresso. Dessa forma, ao viabilizar que todos possam empreender com o mínimo de interferência estatal, haverá uma riqueza coletiva produzida por meio do trabalho dos indivíduos.
Portanto, os desafios econômicos e sociais serão superados quando houver um Estado mínimo eficiente na gestão dos recursos e a liberdade necessária para que os indivíduos possam empreender. Assim, novas oportunidades surgirão e haverá um estímulo à produção de riqueza por meio de iniciativas privadas.
Modelo de redação sobre as desigualdades sociais do Brasil com autores de Esquerda
As desigualdades sociais no Brasil são históricas, pois, em sua trajetória política, estruturada sob uma lógica liberal, aprofundou-se a miséria humana [contextualização]. Nessa perspectiva, o sistema capitalista perpetua relações desiguais [tópico 1] e disfarça uma sociedade que não promove oportunidades para todos [tópico 2].
Em primeira análise, é importante salientar que a lógica instrumental capitalista é baseada na concentração de renda. Sob esse viés, o filósofo Karl Marx reflete que essa estrutura econômica privilegia a exploração e a opressão dos trabalhadores, fazendo com que poucos acumulem bens materiais, e muitos vivenciem situações paupérrimas. Dessa forma, é necessária uma mudança radical na distribuição da riqueza gerada pela força de trabalho.
Além disso, é fundamental destacar que parcela significativa da sociedade brasileira não possui acesso a direitos e oportunidades mínimas. Nesse sentido, o sociólogo Jessé Souza descreve a “ralé brasileira” como a massa de trabalhadores com parco acesso à educação e ao capital cultural legitimado, a qual fica submetida a condições de trabalho precárias e informais. Desse modo, é preciso garantir direitos básicos para que todos possam ter a oportunidade de prosperar.
Diante do exposto, as históricas desigualdades nacionais demandam mudanças estruturais para a construção de um país mais justo e igualitário. Assim, somente com a democratização da riqueza gerada pelo trabalho e com o acesso aos direitos fundamentais será possível mudar a realidade social.
A adultização de crianças é o processo pelo qual meninos e meninas passam a adotar comportamentos, responsabilidades e até padrões estéticos que não correspondem à sua faixa etária. Esse fenômeno está presente no vestuário, no consumo de mídias digitais, na sexualização precoce e até na pressão para assumir funções adultas, como gerar renda ou cuidar de irmãos mais novos.
Por que a Adultização de Crianças Acontece?
Diversos fatores contribuem para esse problema crescente:
Influência das redes sociais e da mídia: conteúdos inadequados para a idade infantil estão a apenas um clique de distância, incentivando padrões irreais de beleza e comportamento.
Marketing infantil agressivo: marcas exploram a inocência das crianças para gerar consumo precoce.
Pressão familiar e social: pais que estimulam a maturidade antecipada em busca de status ou monetização, muitas vezes, sem perceber os impactos negativos.
Impactos Psicológicos e Sociais
A adultização precoce pode trazer consequências graves, como:
Desenvolvimento de ansiedade e depressão;
Prejuízo na construção da identidade infantil;
Dificuldades escolares e comportamentais;
Vulnerabilidade à exploração e abuso.
Segundo o psicólogo Sigmund Freud, experiências traumáticas na infância podem influenciar todo o desenvolvimento emocional e psicológico de uma pessoa. Quando a criança é exposta a conteúdos e responsabilidades que não consegue processar, as chances de traumas futuros aumentam consideravelmente.
Como Combater a Adultização de Crianças?
A prevenção exige ação conjunta de pais, escolas, governos e sociedade:
Educação digital: ensinar crianças a consumir conteúdo de forma saudável.
Supervisão parental: monitoramento consciente sem sufocar a autonomia infantil.
Regulamentação da publicidade infantil: políticas públicas que limitem o apelo comercial sobre crianças.
Valorização da infância: incentivar brincadeiras, lazer e atividades próprias para a idade.
Aula sobre Adultização de Crianças com o Prof. Raphael Reis
Modelo de Redação sobre Adultização de Crianças: riscos digitais
A
adultização de crianças, caracterizada pela exposição precoce a comportamentos
e conteúdos próprios da vida adulta, é um fenômeno que se intensifica na Era Digital.
Nesse sentido, é necessário analisar o poder dos algoritmos das plataformas e a
busca de monetização por meio da exposição infantil.
De
início, é importante reforçar o descaso das “big techs”, as quais não fazem
nenhum tipo de restrição de postagens. Nessa perspectiva, os algoritmos não
filtram conteúdos impróprios, permitindo que crianças tenham acesso a material
sexualizado ou que despertem atenção indevida. Tal fragilidade facilita a
atuação de redes de pedofilia, que encontram nas plataformas um espaço para
aliciamento. Um caso emblemático são as denúncias do “youtuber” Felca em um
vídeo amplamente repercutido, no qual o influenciador mostra a presença de
menores em conteúdos inapropriados bem como a negligência de quem detém o
controle sobre as empresas responsáveis pelas redes sociais.
Ademais,
a busca por monetização por parte de alguns pais e responsáveis reforça o
problema. Na tentativa de obter visibilidade e ganhos financeiros, há quem
incentive filhos a se exporem em vídeos e fotos que sexualizam a infância,
ignorando os riscos emocionais e sociais envolvidos, a exemplo das adolescentes
Kamylinha e Caroliny analisadas no vídeo de Felca. Nesse contexto, ao
transformar crianças em “produtos” para o consumo digital, esses responsáveis
contribuem para a normalização de comportamentos que ferem à proteção integral
previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente.
Portanto,
essa combinação cria um ambiente em que a preservação da infância é ameaçada
pela lógica de recomendação automatizada e por interesses econômicos. Logo, proteger
a infância de tais riscos é um dever coletivo e inadiável, sob pena de
comprometer o desenvolvimento físico, emocional e social das próximas gerações.
Autoria: prof. Raphael Reis
É expressamente proibido o uso desta redação sem o consentimento do autor
Redação pronta sobre Adultização de Crianças
Na sociedade contemporânea, que é permeada pelas interações nas redes sociais, há uma pressão para que crianças adotem comportamentos de adultos antes do tempo, gerando, assim, a precocidade da fase adulta [contextualização]. Nesse sentido, esse processo ocasiona impactos nas crianças, a exemplo de traumas [tópico 1] e exposição da sua privacidade [tópico 2].
Em primeira análise, as exigências descabidas em relação à infância podem causar problemas que acompanharão os menores pelo resto de suas vidas [tópico frasal]. A esse respeito, Sigmund Freud, criador da psicanálise, argumenta que, nos primeiros anos de vida, o indivíduo é limitado na sua capacidade de compreender e elaborar a realidade, guardando sentimentos e dores [argumento de autoridade]. Sob tal prisma, a adultização pode prejudicar o desenvolvimento das crianças, intensificando traumas.
Ademais, outro ponto importante nessa discussão é perceber que a superexposição facilita o acesso de conteúdos produzidos por crianças a uma rede de abusadores [tópico frasal]. Nessa perspectiva, o “youtuber” Felca denunciou que vídeos sexualizando corpos de jovens favorece a interação de pedófilos, os quais trocam esses materiais entre si e os comercializam [alusão atualidades]. Esse cenário é estimulado, inclusive, pelos algoritmos das redes sociais, que são estruturados a partir daquilo que gera engajamento, independentemente de expor a privacidade desses menores [alusão atualidades]. Dessa forma, há um desrespeito cabal ao princípio de proteção integral previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente [referência legal].
Portanto, as novas gerações estão cada vez mais expostas aos perigos advindos do mau uso das redes sociais, que facultam o processo de adultização. Isso proporciona traumas na vida adulta e prejudica a privacidade desses sujeitos, impedindo-lhes de brincar, imaginar e gozar de socializações sadias.
Esta redação foi elaborada do zero, ao vivo e junto com os alunos no canal do YouTube Professor Raphael Reis
É expressamente proibido usá-la sem o consentimento do Professor Raphael Reis
A banca Instituto AOCP cobrou o seguinte tema no concurso do TJPR: Os impactos das dificuldades financeiras dos trabalhadores no desempenho profissional individual
O eixo temático Mundo do Trabalho foi desenvolvido no curso completo e trabalho as precariedades no mundo do trabalho no aulão de véspera.
Segue um modelo de redação sobre o tema:
Redação pronta sobre o tema de redação do TJPR
A precariedade econômica enfrentada por muitos trabalhadores tem efeitos diretos sobre a qualidade do desempenho profissional, afetando tanto a produtividade quanto o bem-estar individual. Nesse sentido, é necessário analisar como a insuficiência de recursos financeiros interfere na rotina laboral e na capacidade de desenvolvimento das habilidades profissionais, comprometendo o rendimento individual.
De início, é importante considerar como as desigualdades estruturais agravam a pressão sobre os trabalhadores. Nessa perspectiva, o sociólogo Jessé Souza aponta que a persistência de baixos salários e de condições de vida precárias reflete um modelo econômico que reproduz a exclusão social e a desigualdade, fazendo com que grande parte da população assuma múltiplas funções para garantir sua subsistência. Essa sobrecarga, além de comprometer a saúde física e mental, diminui a concentração e o engajamento no ambiente de trabalho, dificultando a execução de tarefas e reduzindo o desempenho laboral.
Além disso, as jornadas extenuantes também interferem na qualidade no exercício da atividade profissional. A esse respeito, o pensador Ricardo Antunes observa que a intensificação do ritmo de trabalho na era da “uberização”, em que há uma promessa de “flexibilidade” disfarçando a servidão a que os motoristas e empregadores são submetidos, forçados a longas horas de trabalho diante da ausência de outras opções para minorar a sua condição financeira. Como consequência, o estresse e a ansiedade passam a moldar a experiência laboral, tornando a produtividade instável.
Portanto, fica evidente que as dificuldades financeiras prejudicam o desempenho profissional individual. Enquanto a ausência de acesso às condições básicas e a sobrecarga do trabalho informal persistirem, haverá barreiras ao crescimento profissional das classes menos favorecidas.
No dia 03/08/2025, a banca FCC aplicou as provas do concurso do TRT-2(SP). Para o cargo de analista, a banca cobrou o seguinte tema de redação: “o esvaziamento das experiências reais no mundo contemporâneo” a partir de reflexões sobre o debate dos “bebês reborns”. Esse tema acertamos em cheio na aula de possíveis temas para o TRT-2, no qual trabalhamos reflexões sobre as fragilidades emocionais e o debate sobre as bonecas hiper-realistas.
Foi o octogésimo quarto tema que o Mago acertou (desde 2017), sendo o vigésimo sexto para a banca FCC 🙂
Para o cargo de técnico, o tema de redação foi: “é possível um futuro gratificante?”
A seguir, o Mago da Redação fez um vídeo comentando esses temas e elaborou modelos de redação.
https://www.youtube.com/watch?v=VzPq_jjImP0
Redação pronta sobre o esvaziamento das experiências reais no mundo contemporâneo
Tema: a fragilidade emocional na sociedade contemporânea
A sociedade contemporânea tem sido marcada por um aumento da fragilidade emocional, revelada por altos índices de ansiedade, depressão e sensação de vazio. Essa condição não é fruto apenas de questões individuais, mas está relacionada às dinâmicas sociais atuais que desconectam o sujeito de vínculos sólidos e impõem pressões constantes.
Em primeira análise, é importante salientar que os indivíduos contemporâneos possuem mais dificuldade em promover relações duradouras e significativas. Sob esse viés, o pensador Bauman faz uma reflexão de que os laços humanos se tornaram superficiais, frágeis e instáveis. Em um mundo no qual as relações afetivas duram pouco e a solidão é uma constante, muitos indivíduos buscam refúgios simbólicos para suprir a carência emocional. Exemplo disso é o caso dos “bebês reborns”, bonecas hiper-realistas que funcionam como válvula de escape emocional para pessoas que sofrem com perdas ou isolamento. Dessa forma, a procura por vínculos substitutivos (não humanos) revela o impacto profundo de uma sociedade que não consegue preencher vazios por meio de laços humanos.
Além disso, os padrões sociais criados, além de limitarem a subjetividade, levam as pessoas ao sofrimento. Nesse sentido, o psicanalista Sigmund Freud, em “O mal-estar na civilização”, defende que há um conflito inevitável entre os desejos humanos e as exigências da sociedade. Na atualidade, esse mal-estar é intensificado por padrões idealizados de beleza, sucesso e felicidade, amplificados pelas redes sociais. Nessa perspectiva, o indivíduo se vê pressionado a corresponder a uma vida “perfeita”, o que gera frustração, culpa e sofrimento psíquico diante da constante sensação de inadequação.
Portanto, a fragilidade emocional contemporânea é sintoma de uma sociedade que não consegue criar vínculos afetivos e comunitários, bem como é estruturada por imposições comportamentais. Assim, os indivíduos da modernidade líquida tendem a expressar fragilidade emocional de forma mais exacerbada.
Redação elaborado pelo Prof. Raphael Reis na aula sobre os bebês reborns.
Redação pronta sobre é possível um futuro gratificante?
TRT-1 técnico: é possível imaginar um futuro gratificante?
O filósofo Aristóteles defendia que a felicidade é resultado do exercício das virtudes individuais e da convivência coletiva harmônica, que podem levar a sociedade a um estado gratificante. Contudo, na contemporaneidade, é difícil imaginar um futuro deleitoso tendo em vista a hipertrofia do egocentrismo e a fragilidade das relações.
De fato, a preocupação com os próprios desejos supera a vontade das pessoas de se tornarem virtuosas. A esse respeito, o filósofo francês Gilles Lipovetsky cria o conceito de “hiperindividualismo”, que se refere à tendência atual de busca excessiva pela satisfação dos anseios individuais. Como consequência, o esforço necessário para o desenvolvimento de virtudes é deixado de lado em função do atendimento a vontades imediatas, prefigurando um futuro em que há pouca preocupação com o outro.
Além disso, a dificuldade para a construção de relações fortes também se impõe como um indício de temerosos tempos vindouros. Nesse sentido, o pensador Zygmunt Bauman analisa a construção de laços na atualidade, cenário em os projetos coletivos se enfraquecem e os vínculos humanos se tornam efêmeros. Isso resulta em uma epidemia de solidão – segundo a OMS, uma a cada seis pessoas é afetada pelo sentimento. Assim, o porvir se anuncia como um momento desafiador para a construção de comunidades acolhedoras.
Portanto, é preciso colocar em questão o individualismo excessivo da atualidade e a necessidade de fortalecer relações. Afinal, somente com o desenvolvimento pessoal de virtudes e o trabalho em favor do bem-estar coletivo será possível ansiar por um futuro em que a felicidade aristotélica seja possível.
A grande novidade no concurso do TJSP está sendo a redação como um dos critérios avaliativos. O certame é organizado pela rigorosa banca Vunesp.
O Mago da Redação fez uma aula no capricho sobre tudo o que você precisar sabem para mandar bem na redação do TJSP. Nessa aula, ele detalha o perfil da banca Vunesp, explica as informações do edital, dá uma dica poderosa de como estudar redação, analisa uma redação nota máxima na Vunesp e apresenta a metodologia e o cronograma do curso.
https://www.youtube.com/watch?v=jDawPj2jeUM
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